Nov
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Com duas abstenções dos vereadores de António Parada, Sim! e um contra do PSD o Plano de Actividades e Orçamento de Matosinhos para 2019 foi aprovado por maioria esta terça-feira nos Paços do Concelho com oito votos a favor. Para o próximo ano está estimado que a autarquia disponha de um orçamento no valor de 106 milhões de euros, menos 3 milhões do que este ano, sendo que 66% resulta de receitas próprias, arrecadadas
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Out
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O ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa está entre as instituições de ensino superior no país que mais falham na oferta de camas para os estudantes deslocados: aqui, só há lugar para apenas 3,4% dos alunos que se encontram foram da sua área de residência. Pior ainda está o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, com um rácio de camas/deslocados de apenas 2,6%. Estas conclusões estão contidas no diagnóstico que o
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Out
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O título deste escrito cita Shakespeare. A formosa aparência dos 0,2% de défice é vista como uma falsidade pela Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), que descobriu discrepâncias entre vários documentos referentes ao OE 2019. A mais citada resulta de haver uma diferença de 590 milhões de euros entre a proposta de lei e o relatório, o que originaria um défice de 0,5% em vez de 0,2%. A explicação radica na circunstância de
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Out
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Ao longo dos últimos 15 anos, por entre as numerosas queixas feitas em relação ao desinvestimento em algumas áreas da Educação Não-Superior, uma das menos publicitadas, embora muito comentada em debates da especialidade, é a relacionada com a “Formação Contínua” dos educadores e professores. Depois de um período em que os apoios comunitários permitiram o seu florescimento (anos 90 do século XX) a um ponto que levantou reservas sobre a qualidade de parte da oferta
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Out
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Apesar de o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior garantir que fez o levantamento sobre residências estudantis a que estava obrigado, para as bancadas parlamentares do PSD e do PCP o relatório apresentado nesta terça-feira fica muito aquém daquilo que está previsto na lei nº 36/2018, sobre a requalificação e a construção de residências de estudantes no ensino superior público. De acordo com a lei, o Governo tinha três
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Out
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Metade dos alunos que começam um curso científico-humanístico no ensino secundário um ano mais tarde do que o esperado ficam retidos ou desistem. Entre os que iniciam este ciclo na idade normal, aos 15 anos, isso só acontece com 27%. Portanto, basta um ano para fazer duplicar o insucesso. Esta é uma das constatações de um novo estudo sobre o ensino científico-humanístico agora divulgado pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (
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