Set
18

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O número de estudantes com nacionalidade portuguesa que vivem no estrangeiro que entraram no ensino superior em Portugal foi o mais elevado desde 2001. Ao todo, 324 emigrantes encontraram um lugar num curso de uma universidade ou politécnico públicos, através do concurso nacional de acesso, que tem um contingente destinado a emigrantes portugueses e seus familiares. Estes 324 candidatos colocados este ano são mais do triplo dos que entraram em 2013. Desde então, o acesso de emigrantes portugueses
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Set
18

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As instituições de ensino do Continente perderam 89.815 alunos, do pré-escolar ao ensino superior, entre 2005/2006 e 2016/2017. O número de inscritos no último ano lectivo (cerca de um milhão e 920 mil) nunca tinha sido tão baixo durante o período analisado. Os dados são do Perfil do Aluno 2016/2017, publicado este mês pela Direcção-Geral das Estatísticas da Educação e da Ciência (DGEEC), que compila informação sobre todos os tipos de cursos,
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Set
18

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O Estado tem-se mostrado incapaz de fiscalizar devidamente a qualidade da comida servida nos refeitórios escolares, segundo a bastonária da Ordem dos Nutricionistas, Alexandra Bento. “O que se passa nas escolas é incompreensível: o Estado produz normas mas depois não consegue fiscalizar a aplicação dessas normas”, acusou em declarações ao PÚBLICO, asseverando que a maioria dos estabelecimentos escolares não cumpre as orientações relativamente às ementas e à qualidade nutricional das refeições disponibilizadas.
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Set
18

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Os pratos de carne devem alterar diariamente com os de pescado na ementa escolar e os ovos devem ser servidos no mínimo duas vezes por mês. O sal tem de ser iodado e o pão de mistura. Estas são apenas algumas das regras contidas na circular Orientações sobre Ementas e Refeitórios Escolares que a Direcção-Geral da Educação (DGE) publicou, dia 18 de Agosto, e de onde constam 40 propostas de refeições vegetarianas e 15
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Set
17

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A partir do momento em que a educação se tornou obrigatória para todas as crianças e jovens, com a intervenção do Estado na organização de um sistema educativo, aí começa a odisseia do currículo nacional. Na maior parte dos países europeus, tal processo começa no século XIX, com a compulsoriedade de uma aprendizagem baseada no escrever, ler e contar, que, na década de 1960, nos Estados Unidos, ficaria conhecido pela
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Set
17

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A secretária de Estado da Educação defendeu nesta segunda-feira que os problemas pontuais registados em algumas escolas não podem abafar as “muitas e boas” medidas, tais como manuais gratuitos ou colocação de todos os professores a tempo. “Não serão casos pontuais, mais ou menos mediatizados, que irão alterar esta situação que é ter mais assistentes operacionais, professores a tempo nas escolas, manuais gratuitos e inovação pedagógica“, afirmou a secretária de
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