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Ensino Superior 09.04.2012 – 10:51 Por Samuel Silva A maioria das cantinas das universidades e politécnicos registaram uma quebra na procura nos últimos dois anos. As dificuldades financeiras das famílias levaram os estudantes a procurar alternativas às refeições subsidiadas servidas dentro das instituições. Nalguns serviços, a quebra chega quase aos 10%. A redução da procura dos estudantes é denominador comum a todas as cantinas, mas varia entre os 1,9% e os 9,7%, contrariando a tendência de aumento da procura das
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Os esforços para conservar as baleias-francas no Atlântico Norte entraram no mundo das tecnologias com a criação de uma aplicação para iPad/iPhone que pode avisar os navios sempre que se aproximam de uma zona com aqueles animais ameaçados. A aplicação Whale Alert, gratuita, utiliza um sistema de posicionamento global e outras tecnologias para cruzar os dados mais recentes sobre a detecção das baleias com as cartas oceânicas da Agência Nacional
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Pós-Bolonha 09.04.2012 – 13:14 Por PÚBLICO O bastonário da Ordem dos Advogados considera que o elevado número de reprovações nos exames de acesso à advocacia resulta da falta de qualidade dos cursos, já que as universidades, públicas e privadas, organizam as licenciaturas de acordo com “conveniências económicas”. “As universidades mercantilizaram o ensino do Direito. As universidades abandalharam o ensino do Direito. E estou a falar de universidades privadas e de universidades públicas. Estão a
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A empresa espanhola ainda não tem um ano mas já está a revolucionar o mercado com a inovadora ideia de disponibilizar a baixo preço a utilização de iPads, com ligação 3G ilimitada, facilitando assim a vida daqueles que estão em viagem. O processo de aluguer é igual a tantos outros serviços, bastando apenas efectuar a reserva no site da empresa e combinar depois o local do levantamento e da entrega do equipamento. Para Yolanda Vives,
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Uns consideram-nos fundamentais para incutir hábitos de trabalho e autonomia no estudo, outros acham-nos excessivos, contraproducentes e até potenciadores de desigualdades entre as crianças na medida em que umas podem beneficiar da ajuda dos pais e outras não. O debate reacendeu-se com o recente boicote de uma associação de pais franceses aos TPC. Alegam estes pais que são cansativos e, se a criança já aprendeu a matéria na escola, então mais vale
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O professor de Psicologia, Pedro Sales Rosário, diz que se devia seguir a regra de 10 a 15 minutos no primeiro ano de escola, tempo que iria aumentando nos anos seguintes. Mas há pais que afirmam que as crianças demoram uma hora por dia a fazer os TPC. O investigador do ISPA, José Morgado, insiste que no 1.º e 2.º ciclos as crianças “precisam de tempo para brincar, que é coisa que na vida de muitos está em vias de extinção”.
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