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A Google anunciou na quarta-feira que pretende acabar com vários serviços que presta aos utilizadores, entre os quais o Google Reader, uma aplicação web que permite organizar e ler feeds RSS. Esta decisão está a gerar uma onda de protestos a nível mundial com milhares de utilizadores a pedirem à empresa norte-americana que volte atrás na decisão.

A insatisfação é tanta que milhares de utilizadores deste serviço assinaram petições para evitar que a Google avance com a decisão de pôr fim ao Google Reader, através do qual se pode acompanhar de uma forma ordenada a publicação de conteúdo nos sites preferidos dos utilizadores, desde que esses sites utilizem o RSS.

“Mostrem-nos que se preocupem. Não matem o Google Reader”, lê-se numa das petições que já contam com mais de 30 mil subscritores.  “Apesar de ter utilizadores leais, a utilização [do Google Reader] caiu com o passar dos anos”, justifica, por seu lado, a empresa, numa nota publicada no blogue oficial.

No lançamento deste serviço, a Google disse que “a quantidade de informação na Internet está a aumentar rapidamente”, por isso este serviço permitia que, “em vez de procurarem constantemente os sites preferidos por actualizações, [os utilizadores] podem deixar que o Google Reader o faça”.

A Google quer acabar com este serviço a 1 de Julho, por isso aconselha os utilizadores actuais a transferir toda a informação que tenham armazenada para o Google Takeout – uma espécie de armazém de tudo o que temos guardado na conta da Google que permite o download para o computador.

O Google Reader existe desde 2005 e permite ao utilizador agregar subscrições de sites num único leitor de feeds (RSS). O RSS é um formato que funciona como uma ferramenta para sindicar conteúdos publicados online.






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