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Quase todos os professores que responderam a uma sondagem promovida pela plataforma de sindicatos no início desta semana exigem que o Governo contabilize a totalidade do tempo de serviço para efeitos de progressão de carreira. Para 96,4% dos docentes, os nove anos, quatro meses e dois dias de tempo de trabalho “não são negociáveis”, defendeu esta quinta-feira o secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof). 


Autor: PÚBLICO – Educação




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