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O exame de Biologia e Geologia do 11.º ano, que na terça-feira foi realizado por 50.668 estudantes, é elogiado pela associação de professores da disciplina, que, no entanto, levanta interrogações em relação à proposta de critérios de classificação de um item.

No parecer produzido sobre a prova, que é obrigatória para o acesso aos cursos mais disputados na área da Saúde, a Associação Portuguesa de Professores de Biologia e Geologia considera-a globalmente equilibrada e salienta que os critérios gerais e específicos de classificação, salvo situações muito pontuais, “são coerentes cientificamente e globalmente adequados ao âmbito das questões”.

A APPBG congratula-se com a nova estrutura da prova, composta por quatro grupos, “dois com documentos mais curtos e mais simples de interpretar e dois a mobilizar níveis de atenção e interpretação mais elevados, dada a extensão e complexidade dos suportes documentais”. “Este facto tornou a leitura e descodificação dos conteúdos dos grupos I e IV mais facilitada e a sensação de “uma prova mais fácil” referida pelos examinandos”, analisa.

Faz notar que em relação aos itens propriamente ditos, apenas o 1.1 do grupo II “ levanta interrogações em relação à proposta de critérios de classificação”. E especifica: “pretende-se a “dentificação cumulativa dos discos G1 e G1/G1 como controlo da experiência 1. Ora, na verdade, no contexto experimental descrito, entendemos que o controlo se cinge exclusivamente aos discos G1, dado que suprimem o factor de variação fusão celular. Os discos G1/G1, tal como G1/S, constituem ensaios experimentais nos quais se determina o momento/factores de início da síntese de DNA”.
 






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